Consciência limpa é cidade limpa

Publicado em 17 de julho de 2018

É comum que tenhamos o costume de pontuar aquilo que nos incomoda visualmente na rotina, no nosso dia-a-dia, principalmente nos trajetos corriqueiros de ir para o trabalho ou nos deslocarmos pela cidade. Mas até onde colocamos a “mão na massa” para mudar aquilo que não nos agrada? Estamos vivenciando momentos bastante questionadores e mais do que nos perguntar acerca daquilo que está errado, o que estamos fazendo para mudarmos de fato essa realidade?

Mudar alguns hábitos no nosso cotidiano que venham influenciar no bem comum de toda sociedade é essencial para que se tenha uma cidade limpa. Quem nunca ouviu alguém reclamando do acúmulo de lixo despejado em local inapropriado e, em seguida, essa mesma pessoa descarta seu lixo de forma inadequada, isso é reflexo da negligência da sociedade. Falta-nos a consciência, o instinto coletivo e participativo de que somos responsáveis pelas nossas ações e pelo legado que deixaremos aos nossos descendentes.

Para se ter uma cidade limpa é necessário começar a gerenciar o lixo gerado dentro de nossa casa, separando e ensacando corretamente para ser colocado dentro da caixa de lixo doméstica meia hora antes do caminhão coletor passar. A dona de casa Maria Altina da Conceição é um exemplo de que boas atitudes diárias fazem toda diferença no que diz respeito ao cuidado do meio ambiente, descarte correto do lixo e sustentabilidade domiciliar. Ela explica o processo que realiza com o lixo gerado em sua residência. “Separo os lixos molhados do lixo enxuto, os orgânicos dos recicláveis. Os orgânicos utilizo para fazer adubos nos canteiros de hortas e verduras que cultivo em meu quintal”, disse a dona de casa.

 

Assessoria ONG CBCN/CZS


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