Marina Silva não disputa uma vaga para o senado ou Câmara em seu estado será medo de derrota

Publicado em 16 de junho de 2018

A ex-ministra e ex-senadora Marina Silva (REDE), mesmo que as pesquisa não lhe seja favorável a vitoria, ela não desiste de se candidatar a presidente da republica, talvez fosse viável e talvez galgasse êxito se enfrentasse uma vaga para dep. Federal ou ate mesmo ao senado, ou será puro medo de uma derrota nas urnas.

No mês de maio passado ela esteve em Roraima e deu entrevista como pré-candidata a presidência da republica, e segundo ela se chegar a presidência vai voltar a demarcar terras para os índios.

A presidenciável Marina Silva (Rede) abordou, em sua visita a Roraima, vários assuntos que dizem respeito à vida política e social do estado como crise migratória, questão indíegena e energética. Depois da entrevista coletiva à imprensa, quando estava reunida apenas com lideranças sindicais, Marina disse que, caso se eleja presidente da República, vai mudar toda a política indigenista hoje posta em prática do Brasil. Segundo ela, as políticas voltadas para os povos indígenas regrediram a partir do governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Para a presidenciável, não dá para aceitar que os povos indígenas sejam tratados de forma desrespeitosa. Ela citou o exemplo da recepção dada aos índios quando eles se deslocam a Brasília em marchas para defender seus direitos e são obrigados a “ficar embaixo de uma lona e batendo de porta em porta de gabinete para poder ser atendidos”. Marina disse que é preciso mudar o discurso de que os índios são motivo de atraso do Brasil, por exemplo.

Conforme disse a pré-candidata à presidente, se ela for eleita para o Palácio do Planalto vai retomar a agenda de demarcações de terras indígenas, que estagnou no governo Dilma. Marina disse ser um equívoco culpar os povos indígenas pelo o não desenvolvimento do estado e do Brasil. “Essas pessoas não sabem o tesouro que elas têm”, destacou.

Disse ainda que no seu governo vai mostrar que os povos indígenas devem ser e são motivos de orgulho e, por isso, tratados como um aliado importante para o desenvolvimento de qualquer estado.

O maior expoente da Rede Sustentabilidade afirmou ainda que não é possível falar em política indigenista com a FUNAI sucateada, sem recursos e sem servidores em número suficiente. Marina disse que pretende mudar todo esse quadro de “descaso” com os povos indígenas, caso se eleja presidente da República.

Talvez se marina tentasse uma vaga para o senado ou câmara federal fosse viável ela contribuir com o país, más por medo de uma derrota ou por achar o projeto pequeno para ajudar o país ela continua presidencial. Será que é isso.

 

Por: Edilberto Araujo


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