Veja Quanto custa um ex-presidente no Brasil

Publicado em 20 de maio de 2018

 

Cada um desses pior que o outro á corrupção pegou todos.

No Brasil é considerada a farra dos ex-presidentes quando Termina o mandato de um presidente da República no Brasil, ele terá o direito ao auxílio de quatro servidores para sua segurança, assim como dois veículos oficiais com dois motoristas, somando salários de R$ 28.738,36 mensais. (Assim como Fernando Collor, que sofreu impeachment em 1992, Dilma Rousseff também mantém esse e outros benefícios garantidos a ex-presidentes depois da cassação do seu mandato). Nos EUA, a regra é praticamente a mesma, mas quem se responsabiliza por manter o ex-presidente são e salvo é o Serviço Secreto, e os direitos se estendem para filhos de até 16 anos.

Tanto no Brasil como nos EUA, ex-mandatários têm direito a assessores pessoais. No nosso país, é dois assessores especiais com salário de R$ 11.852,93 mensais cada um. Nos EUA, existe uma verba: no máximo US$ 150 mil por ano nos primeiros dois anos e meio. Depois, o valor não pode exceder US$ 96 mil ao ano. Eles também têm uma quantia para alugar um escritório no país.

Os custos correspondentes à manutenção dos benefícios concedidos aos ex-presidentes da República no Brasil correspondem a mais de R$ 5 milhões por ano, chama atenção por um motivo, as regalias destinadas aos ex-mandatários do país no Brasil incluem mesmo aqueles que tiveram o mandato cassado legalmente por força do impeachment, como os ex-presidentes Fernando Collor e Dilma Rousseff.

Olhem que absurdo, se eles foram impedidos legalmente de exercer a presidência da República e, por isso, afastado dos seus mandatos por envolvimento com a corrupção, por que teriam direito a receber os benefícios concedidos aos ex-presidentes. Nos dois casos citados acima, ao sofrerem o processo de impeachment, eles deixaram de ser presidentes e, portanto, deveriam perder todos os privilégios e regalias pertinentes ao cargo, agora permitir que, corruptos possam continuar recebendo esses benefícios é mostrar para o mundo que o congresso nacional é uma casa de apoio a corruptos.

Mas não é o que acontece na vida real. Assim como os ex-presidentes José Sarney, Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva, que concluíram seus mandatos, os dois impedidos têm direito dois veículos oficiais com motorista, quatro seguranças particulares e dois assessores especiais, cujos salários beiram os R$ 12 mil. Isso, sem contar os custos com manutenção e combustível para os veículos.

É uma disparidade que agride o trabalhador brasileiro que cumpre fiel e honestamente o seu trabalho no serviço público, muitas vezes em condições precárias, como acontece com médicos, enfermeiros, professores e agentes penitenciários, só para citar alguns exemplos. Triste país de desigualdades!

Assista o video 

Edilberto Araujo

 

 


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