Corte de impostos nos EUA

Publicado em 23 de dezembro de 2017

Enquanto no Brasil as reformas tão necessárias e urgentes andam a passos de tartaruga, o Senado norte-americano aprovou no início do mês a reforma fiscal mais profunda dos últimos 30 anos no país, abrindo caminho para a primeira grande vitória política de Donald Trump. O texto recebeu o apoio de 51 republicanos e a recusa de 48 democratas e um republicano. O corte nos impostos equivale a cerca de 1,5 trilhão de dólares dentro de dois anos. A reforma propõe reduzir de 35% para 20% os impostos pagos por corporações e duplica o valor mínimo de isenção para pessoas físicas de classe média, de 12.000 a 24.000 dólares por ano, no caso de casais.

Logicamente o mundo racional, que não idolatra o Estado e quer diminuir o peso do elefante nas costas dos empreendedores e da população em geral, aplaudiu. Os efeitos já começaram a surgir e grandes corporações americanas já anunciaram bônus aos empregados, investimentos e doações para filantropia.

Com a reação positiva, o presidente Trump não perdeu a oportunidade para alfinetar seus opositores e a imprensa: “Com cortes maciços de impostos, a falsa mídia de notícias, está desesperada para escrever contra, pois têm que agradar seus chefes democratas, eles já começaram e falam por si mesmos. As empresas já estão fazendo grandes pagamentos aos trabalhadores. Os demônios querem subir de impostos, eles odeiam esses grandes cortes.”

Para o país voltar a crescer,: “Quem quer ver a América grande novamente, gerando riqueza e empregos, produzindo, só tem a celebrar quando o estado reduz os impostos. Vem mais investimentos aí, mais dinheiro na mão do trabalhador.”

 

 

Por: Adson Prado


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