Oposição defende Tião Viana em sessão da Câmara Federal “será que existe corrupção no Brasil”

Publicado em 14 de março de 2015

Heraclito Fortes

O Brasil parou por conta dos corruptos que sucatearam o país com o mensalão, agora veio a lava jato que destruiu a Petrobras, e se falando de Acre, o G-7, o roubo do milho dos agricultores dos silos que ate hoje o governo ainda não disse a sociedade quem foi o ladrão, e vários outros descasos ocorrido no Acre, e a Câmara Federal ter esse tipo de politico em falar isso é brincar com a cara dos brasileiros em especial dos acreanos.

O deputado federal Heráclito Fortes (PSB/PI), que compõe um dos blocos de oposição ao governo federal, saiu em defesa do governador do Acre, Tião Viana, que teve o seu nome envolvido nas investigações da Operação Lava Jato. Fortes declarou ter convivido com Tião Viana durante oito anos como senador da República e afirmou confiar nas declarações dadas pelo governador acreano através de nota pessoal sobre o caso.

A fala de Heráclito Fortes, que presidiu a sessão da Câmara na manhã de sexta-feira, 13, se deu logo após pronunciamento do deputado César Messias (PSB/AC), que fez forte defesa de Tião Viana e leu, na íntegra, a nota divulgada nesta quinta-feira, 12.

“Nobre deputado César Messias, eu quero dizer a vossa excelência, por dever de justiça, que convivi com o senador Tião Viana no Senado da República durante oito anos. Tivemos embates calorosos, tivemos posições confirmadas, quase todas as vezes antagônicas, mas concordo com vossa excelência. Durante esse período de convivência nunca vi nada que desabonasse a sua conduta. Companheiro correto, companheiro leal, de posições firmes, mas incapaz de atos dessa natureza”, afirmou Heráclito Fortes.

Ao finalizar, o parlamentar piauiense reafirmou sua confiança no governador do Acre.

“Eu quero dizer a vossa excelência que, enquanto os delatores ou os detratores não tragam algo robusto e concreto, eu prefiro confiar nessa declaração dada por ele, que vossa excelência transmite ao Brasil, e o faço por dever de justiça.”


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