Apuração deve ser feita doa a quem doer, diz Leo de Brito em primeira sessão da CPI Petrobras

Publicado em 26 de fevereiro de 2015

Foto PT na Camara

O deputado federal Leo de Brito (PT-AC), um dos membros suplentes do bloco do PT na CPI da Petrobras, fez um pronunciamento durante a primeira sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito instalada nesta quinta-feira (26) para investigar irregularidades cometidas na empresa a partir de 2005. O parlamentar falou da sua confiança na seriedade do colegiado, que, segundo ele, deverá realizar a apuração de maneira justa e isenta.

“Este colegiado terá a sabedoria necessária para fazer a apuração, doa a quem doer, para que possa ser encaminhada à Justiça e aos órgãos competentes, e os acusados que forem considerados culpados sejam punidos. Obviamente, que a gente possa fazer isso com muita justiça”, enfatizou Leo de Brito ao presidente do colegiado, deputado Hugo Motta (PMDB-PB).

O deputado ressaltou ainda que a CPI deve ser conduzida com a finalidade não de denegrir a imagem da Petrobras, mas, sim, de proteger e fortalecer a empresa. “Fortalecer a Petrobras é fortalecer o Brasil. Não devemos trabalhar pelo quanto pior melhor, mas que seja feita justiça nessa comissão”, disse Leo de Brito, que também e advogado e professor de direito na Universidade Federal do Acre (Ufac).

No primeiro dia da CPI, o relator, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), defendeu a convocação do ex-gerente executivo de Engenharia da empresa, Pedro Barusco, um dos delatores da Operação Lava Jato, para que ele seja interrogado. Barusco disse à Polícia Federal que o esquema de corrupção teve início em 1997, antes do governo Lula. Porém, qualquer requerimento para convocação só poderá ser apresentados à CPI a partir da próxima segunda-feira (2).

Da assessoria


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