Dilma e o PT prestam um desserviço à democracia Brasileira.

Publicado em 2 de janeiro de 2015

Por: Edilberto Araujo

Uma vergonha o que esse governo esta a fazer com o brasileiro.

Uma vergonha o que esse governo esta a fazer com o brasileiro.

Eleita pedalando um rosário de inverdades, Dilma busca desesperadamente agradar os que queriam sua derrota e acaba por desagradar quem possibilitou sua reeleição, por mais que examine, não consigo encontrar na história do Brasil o caso de um governo recém-eleito suscitar um clima de fim de feira na sociedade. Ao contrário. Uma nova gestão desperta sempre um rosário de esperanças. Pode ser ilusório, mas tem sido quase uma regra.

Expectativas para os próximos quatro anos do PT

Há poucas expectativas positivas para o Brasil de 2015. O próprio palácio do Planalto parece incentivar tais visões, para justificar a adoção de medidas duras e impopulares. A impressão geral é que vão começar os últimos quatro anos de uma administração que conseguiu a proeza de queimar parcela significativa de seu capital político obtido em uma campanha acirrada e politizada em dois meses.

Duras penas ao povo brasileiro

Falta de respeito o que essa maior autoridade faz com o povo brasileiro, esse povo trabalhador que mantém essa nação as duras penas, sol a sol, todos os dias, e o que tem ganhado é o desrespeito de ter seus direitos cada vez mais usurpados. Somos saqueados todos os dias não vemos muitos “sensíveis” a esses processos vergonhosos. Lamentável. Senhora maior autoridade, não me envergonho da brincadeira/comparação feita, o que me envergonha é o que tens feito com a nação da qual pertenço. Não me importo com o que a maior autoridade veste, me importo com o que ela tem feito com os nossos direitos!

Classe politica falida

O Brasil, ou melhor, sua classe política, mídia e política, estão moralmente falidos. Talvez seja redundância fazer tal crítica a este País, em que corrupção, violações aos direitos humanos e jeitinhos são regras, mas as palavras (ditas e não ditas) sobre as manifestações contra o governo Dilma ano passado aumentos das tarifas de transporte público revelam que a falência moral chegou a um nível mais profundo.

Violência e impunidade

Assassinato em plena luz do dia nas capitais deixa a população assustada “Estamos refém da criminalidade, preso em nossas próprias casas, enquanto isso cada vez mais pessoas sendo vitimas da violência, precisamos de uma resposta rápida do poder público antes que a situação saia do controle, sabemos que a polícia não é onipresente e temos pouco efetivo policial nas cidades, por isso a população tem que se unir e fazer o seu papel de cidadão denunciando para os órgãos competentes fazerem o trabalho em combate ao crime, unidos somos fortes. O Brasil pede paz.”

Desenvolvimentismo eleitoral

Pessoas podem mudar de opinião, de acordo com as transformações de seu entorno. Nada demais aí. Mas mudanças bruscas, em se tratando de figuras públicas, confundem e tendem a revoltar setores importantes da sociedade. Marina e Aécio foram derrotados por explicitar o que fariam. Marina foi massacrada por suas ligações com uma herdeira minoritária do Banco Itaú.

Dilma está fazendo exatamente o que acusou seus oponentes de perpetrar, caso fossem eleitos. Ou seja, se os dois candidatos à direita pecaram por sinceridade, Dilma chegou lá pedalando um rosário de inverdades. Algo como Collor de Mello que, na campanha de 1989, acusou Lula de querer confiscar a poupança dos brasileiros. Em palácio, apressou-se em baixar exatamente esta medida.

Conduta deseducativa

Com tal comportamento, Dilma e o PT prestam um desserviço à democracia. Uma das indicações das manifestações de junho de 2013 foi à perda de legitimidade da institucionalidade. Políticos são vulgarmente conhecidos por dizerem uma coisa e agirem de maneira diversa. A candidata eleita está cumprindo o figurino à risca.

O sentimento antipolítica que tomou conta das ruas abriu espaço, um ano e meio depois, para os que desejam uma solução de força ou uma amalucada intervenção militar para dar jeito no país. Falar uma coisa em campanha e fazer outra no poder não ajuda muito a aprimorar nossos costumes políticos, é esse o legado dos políticos brasileiros atuais.

PIB medíocre

Nosso câmbio segue sobrevalorizado o que provoca déficits crescentes na balança comercial e o preço do dinheiro é muito alto. Por trás de tudo está uma taxa de juros inacreditável.

Os juros são nosso principal problema. Graças às taxas mais altas do mundo, o câmbio se sobrevaloriza, nossos produtos perdem competitividade, a balança comercial torna-se deficitária, o custo de nossa dívida pública atinge a estratosfera e há um contínuo dreno de recursos públicos para bolsos privados. Se nossa dívida é baixa (estoque), seu financiamento não é (fluxo). O problema dos débitos está nos juros.

Economia 

Essa situação estrangula a economia. E o problema a ser atacado é justamente aquele que o governo quer incentivar: a alta dos juros. Sem baixar significativamente as taxas e isso implica enfrentar interesses poderosos tudo o mais será perfumaria.

Pergunta aos brasileiros

Onde foi, mesmo, que Dilma estudou economia? Se ela lesses, por exemplo, os artigos de alguém como Amir Khair pensaria melhor a taxa de câmbio e a taxa de juros! Na diplomação ela veio com um papo de “generosidade dos eleitos”. Aureliano chaves disse que esperteza de mais vira bicho e como o homem… Eu diria que ingenuidade, ou burrice, leva ao mesmo…

“Grande maioria do eleitorado brasileiro tem que tomar chá de vergonha”.


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