Naluh Gouveia: limpe seu nome, resgate a sua história

Publicado em 31 de dezembro de 2014

politica comk-2

Ao ser guindada ao cargo de presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a ex-deputada petista e sindicalista Naluh Gouveia terá a chance de se reinventar. Ela fez parte de uma geração que questionou o status quo e, ao mesmo tempo, lançou-se como alternativa. Líder estudantil, sindicalista e defensora dos direitos humanos, a ex-parlamentar, embora seja incauta e intelectualmente limitada, sempre defendeu os desvalidos.

Afastamento político negociado

Naluh tentou alçar voos mais altos na política, todavia, o núcleo do poder, para se livrar do incômodo que ele representava, negociou a sua ida para a Corte. Sequer tinha a formação e o perfil para assumir o cargo de conselheira. Mas quando o assunto é resolver problemas, o Bureau não titubeia. Tudo bem! O Ronald Polanco tem o perfil técnico e a formação acadêmica, embora seja um homem desprovido de honra e caráter.

Tribunal faz de contas

Embora Naluh tenha se apropriado do termo, não foi ela quem o criou. A expressão é do então promotor Cosmo Lima, em momentos de embate com o órgão de controle.

E agora, Naluh?

Até as árvores sabem que esse tribunal, cuja maioria de seus membros é oriunda do próprio sistema de poder, apenas suga o erário. Pense num órgão sem nenhuma utilidade. Naluh, faça-o funcionar. Investigue e exare sentenças contra gestores corruptos, ou seja, limpe o seu nome enquanto agente pública e resgate a sua história.

Jorge Viana é destaque nacional

Enquanto você trabalha 30 ou 35 anos para tentar se aposentar com dignidade, o senador petista Jorge Viana abocanha dois proventos mensais (ex-governador e senador).

Mamata

Um levantamento feito pelo jornal O Globo, nos 27 estados do Brasil mostra que 157 ex-governadores e ex-primeiras-damas recebem aposentadorias especiais e pensões vitalícias que variam de R$ 10,5 mil a R$ 26,5 mil, o que trás um prejuízo anual aos cofres estaduais de R$ 46,8 milhões. As pensões são pagas sem que o governador tenha contribuído, como é exigido do cidadão comum. O dinheiro sai diretamente dos orçamentos estaduais e, quando eles morrem, as viúvas passam a receber.

Viana e Sales se unem

No Acre, a lei foi revogada antes dos irmãos Viana chegarem ao poder. Mas, assim que assumiu, em 1999, Jorge Viana ressuscitou a aposentadoria especial. E adivinhem quem foi o deputado que reapresentou a nefasta proposta?  Dou-lhe uma, duas, três… O então deputado e hoje prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales.

 PW e Paulo Amorim

O jornalista e radialista cruzeirense, Paulo Amorim, é a sensação do momento no município de Porto Walter. Ele está gerenciando a única rádio da cidade. Esse veículo aqui é soberano.

Nas ondas e o rádio

Desde que um tal de James Clerk Maxweel demostrou, em 1863, a existência de ondas magnéticas o mundo da comunicação e entretinimento nunca mais seria o mesmo. Era o início de tudo. O início do rádio. O veículo foi sendo aperfeiçoado mundo afora até chegar ao Brasil. A primeira transmissão oficial de rádio no país aconteceu na comemoração do centenário da independência, no dia 7 de setembro de 1922 no Rio de Janeiro.

O visionário

O pai do rádio brasileiro foi Edgard Roquete Pinto. Ele convenceu a Academia Brasileira de Ciência a comprar equipamentos e fundou, em 1923, a primeira estação de rádio brasileira: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, atual Rádio MEC. Os anos 30 foi o boom do rádio no Brasil. A década seguinte foi o boom dos noticiários, do humor e das novelas. Nos anos 50, com os programas de auditório, o rádio atinge o seu ápice como o mais abrangente veículo de comunicação presente no cotidiano das pessoas, embalando sonhos, despertando emoções e ajudando o Brasil em trabalhos educativos e de utilidade pública.

Som e emoção

Certa vez, perguntaram a definição de rádio para um professor universitário, que foi muito feliz na resposta: “É apenas som e emoção”.

Feliz ano velho

A crise econômica deixou os municípios em petição de miséria. No Acre, apenas oito deles estão em situação regular. Devido à crise moral que vive a classe política, aliada à cultura da corrupção, a perspectiva é que essa situação piore. Mas tenhamos fé em Deus. Um feliz 2015.

Por: Jorge Natal Cruz

jorgenatalimprensa@gmail.com


Deixe o seu comentário:

Todos os comentários postados são de responsabilidade de seus autores.