Roraima: Homem dos milagres usa (4) segurança da Policia Militar paga pelo o cidadão Roraimense

Publicado em 6 de dezembro de 2013

Da Redação folhadojurua.com.br

homem dos milagre

Roraima parece esta virando casa de mãe Joana, deputado tirando do cidadão o direito de segurança, o Brasil passa por situação de calamidade na segurança pública quando em Roraima, o deputado Mecias de Jesus tem a cara de pau em ter (4) segurança da PM, quando seu gabinete tem verba para esse fim, alo ministério público de Roraima qual será o motivo de esta calado sem dar uma resposta a população, ou será que o homem dos milagres é tão poderoso a chegar esse ponto de vocês baixarem a cabeça e fingir que esta tudo bem, deem uma resposta ao povo ate porque é eles quem pagam os grandes salários de vocês para não fazerem nada.

Não há justificativa que sustente o privilégio do deputado Mecias de Jesus em desfrutar de quatro policiais militares para lhes servir de guarda-costas 24 horas por dia, sete dias por semana. Primeiro, porque segurança particular não é função de policial militar. Segundo, Mecias, como todo deputado estadual tem verba indenizatória para cobrir tal serviço. E terceiro, a população, que paga tanto os soldos dos policiais militares, como o salário do deputado e sua gorda verba indenizatória, é prejudicada com a falta de quatro PMs que poderiam estar nas ruas realizando as funções para quais foram formados.

Se Mecias tem medo de andar sozinho sabe-se lá pelo o que tenha feito (algo de bom pode não ser), não é justo que o contribuinte tem que arcar com mais essa despesa. Hoje, além dele, como o próprio alega, praticamente todos os demais deputados têm lotados em seus gabinetes, policiais militares ou civis, que atuam na segurança particular ou simplesmente folgam por estarem à disposição dos parlamentares.

O próprio corpo de policiais militares que compõem a Casa Militar da Assembléia Legislativa e a do Tribunal de Justiça afrontam o que se admite na maioria dos tribunais de justiça espalhados pelo país, nos tribunais superiores, na maioria das assembleias legislativas e no Congresso Nacional, que é o uso de suas respectivas polícias privadas (Judiciária e Legislativa).

O orçamento dessas instituições servem para isso. No TJ roraimense sobra dinheiro para esse fim, e na ALE, chega ser inconcebível que um montante de R$ 130 milhões não garanta o pagamento de uma polícia legislativa, que dê segurança ao prédio e ao funcionamento da Casa.

Isso é está errado, pois desvia a função de policiais militares que poderiam estar impedindo assaltos, roubos e outros tipos de violência que podem vitimar as residências ou familiares dos próprios deputados. E mais errado estão ALE e TJ em não ressasir o Estado que além de ceder pessoal de segurança pública, ainda paga os soldos de quem toma conta dos prédios do Judiciário e do Legislativo, e serve de guarda-costas dos deputados.

Por isso, repete-se: Não há justificativa que sustente Mecias de Jesus ou qualquer outro deputado usar um bem público, um serviço público em detrimento de toda a sociedade.

Fonte: Edersen Lima


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