Câmara e senado federal decepciona povo brasileiro na barganha da compra de voto pró-impeachment

Publicado em 5 de abril de 2016

comisao do impeachment

O povo brasileiro fica escandalizado com o que vem acontecendo nos últimos dias na câmara e senado federal, uma pouca vergonha para os que se dizem representar o cidadão de bem que luta por um país melhor. Qual a moral terá um parlamentar,  seja senador ou deputado,  que barganha seu voto em troca de cargos para votar a favor desse desgoverno e contra o povo brasileiro.

O Brasil parou no desgoverno da Dilma, pai de família perdendo seus empregos, empresas tendo que fechar suas portas por não mais suportar a carga tributaria imposta por esse desgoverno, a miséria começa a chegar aos brasileiros, desempregos, fome nas grandes cidades, saúde vivendo um descaso, educação cada dia afasta, mas um jovem de concluir seu sonho de cursar uma faculdade.

O ex-presidente da republica, informalmente “trabalha em Brasília” na articulação da compra de voto pró-impeachment, o que, mas chama a atenção é que, as autoridades assistem tudo como se isso fosse um show de um artista em praça publica e nada fazem,  agora o povo brasileiro acaba acreditando no que Lula falou “um STF acovardado, um senado acovardado, uma Câmara federal totalmente acovardada”, será que Lula tinha razão, é essa a impressão que ficou para o povo brasileiro.

Veja com pensa o atual governo

O governo quer esquecer o ajuste fiscal e liberar investimentos, emendas e acelerar a nomeação de cargos para tentar fidelizar a base de apoio na Câmara e impedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. PSD, PTB, PR, PDT e PP, legendas rebeldes, comandam juntas um orçamento de R$ 49,4 bilhões em seus ministérios. Somadas, as respectivas bancadas totalizam 160 deputados. A conta é fria: o apoio de cada deputado destes partidos significa um desembolso de R$ 308,7 milhões por parlamentar. Essa conta não inclui, obviamente, o PMDB e seus sete ministérios, pois a legenda vive a expectativa de poder com Michel Temer. Nem PT e PCdoB, legendas fechadas contra o afastamento da presidente.

O governo precisa, de fato, abrir o cofre. Para onde o Planalto se vira, há problemas. Na comissão do impeachment, que analisa o processo de afastamento da presidente, o governo diz ter garantido 32 dos 65 votos, uma conta na risca, já que o presidente do colegiado, Rogério Rosso (PSD-DF) só vota se houver empate. No plenário da Câmara, para barrar o processo de impeachment, o Planalto e seus articuladores calculam contar com 150 votos cristalizados. São necessários, ao menos, 171, para impedir o afastamento de Dilma.

O absurdo do absurdo no senado federal

Planalto conta votos no senado e confia em Renan Calheiros PMDB, para barrar impeachment no senado federal, a poucos dias o PMDB em reunião desembarcou do governo federal, mas o senador Renan Calheiros quer mostrar seu poder dentro do senado federal, e avacalhou o acordo feito na reunião do partido, e com isso enfraqueceu o PMDB tanto no senado como na câmara federal na votação pró- impeachment, isso foi a forma que Lula e Dilma encontram para desmoralizar o PMDB, em deixar os ministros do partido para desmoralizar Temer, e com isso Dilma continuar no comando do desgoverno, isso mostra que o Brasil está comandado na grande maioria de parlamentar fascistas.

Veja quem é a favor  de Dilma no Senado e contra o povo brasileiro:

Angela Portela (PT-RR)

Benedito de Lira (PP-AL)

Donizeti Nogueira (PT-TO)

Edison Lobão (PMDB-MA)

Fátima Bezerra (PT-RN)

Fernando Collor (PTB-AL)

Gleisi Hoffmann (PT-R)

Humberto Costa (PT-PE)

Jader Barbalho (PMDB-PA)

João Capiberibe (PSB-AP)

Jorge Viana PT-AC)

José Pimentel (PT-CE)

Lídice da Mata (PSB-BA)

Lindbergh Farias (PT-RJ)

Marcelo Crivella (PRB-RJ)

Otto Alencar (PSD-BA)

Paulo Paim (PT-RS)

Paulo Rocha (PT-PA)

Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Regina Souza (PT-PI)

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Roberto Requião (PMDB-PR)

Telmário Mota (PDT-RR)

Vandessa Grazziotin (PCdoB-AM)

Vicentinho Alves (PR-TO)

Walter Pinheiro (Sem partido-BA)

Wellington Fagundes (PR-MT)


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